
Pobre mulher. Mais uma vez foi enganada, usada, descomposta. A culpa não era dela, não ao meu ver. Vivia perambulando com uma dor angustiante em seu peito, os olhos inchados de tanto chorar e a fadiga do seu corpo só fazia aumentar.
Carente, desamparada, morta. Fez ate hormonoterapia. Esse não era o maior problema. Dava pra ver nos seus olhos que já não brilhavam ha tempos, que a sua necessidade maior era alguém para lhe cuidar, queria sentir-se segura, queria que o amor a encantas-te, queria um recanto para ser feliz.
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